quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
SOBRE A VIDA E A DROGA QUE MATA SEM DOR
terça-feira, 25 de agosto de 2009
LOUCURA NOSSA DE CADA DIA
terça-feira, 28 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
NÃO ME INTERESSAM SUAS AFLIÇÕES
segunda-feira, 29 de junho de 2009
LOST IN YOUR TRANSLATION
sexta-feira, 26 de junho de 2009
SEMPRE O AMOR

Quantos nomes surgirão ainda em lembranças que estão por vir? Quantos corpos, quantas formas, quantas cores? Quantos cheiros? Haverá mais desencontros? Haverá solidão? O amor é a maior cretinice dentro da condição humana. Presente da vida para nós mesmos. É a piada que ninguém ri. Amor é teste de paciência, reviravoltas à flor da pele, ansiedade amarga que independe de nossa própria vontade. O amor mais machuca que conforta. E a reciprocidade é sinicamente rara. Por que ainda assim não nos cansamos nunca de tentar, de destrinchar e vasculhar almas alheias cheias de traumas e vulnerabilidades? Porque somos todos tolos e essa é nossa condição. Estamos todos fadados a isso. É inevitável. É a nossa maior fraqueza. Está cravado no peito e não tem jeito.
sábado, 23 de maio de 2009
NO ESCURO DA NOITE.
domingo, 29 de março de 2009
DEPOIS DO SILÊNCIO
segunda-feira, 16 de março de 2009
V.

Estou com saudades suas. Precisamos tomar café para falarmos de música e do quanto somos pequenos e insignificantes. Estou com saudade do seu mix coca-cola/marlboro/café/trip-hop. Sinto falta dos adjetivos que usa, da conotação intensa e sincera que você dá a cada um deles. Saudade das suas bagunças amorosas e suas eternas expectativas sentimentais. Saudade do silêncio íntimo que se instaura. Silêncio reflectivo. Sempre ao som de boa música. Saudade do jeito que mexe a cabeça - no ritmo - enquanto contempla a música que você escolheu para tocar. Saudade da áurea de tristeza que se estabelece naturalmente e que, por ser triste, está longe de ser feia ou amarga. Amargo mesmo só o gosto na boca quando o assunto é a verdade que nunca quer calar. Sobre nossa realidade idiota e medíocre que tentamos sabotar. Saudade da sua sensibilidade que te corrói a alma lentamente e aos poucos e sem que você saiba, faz de você mais interessante e melhor a cada dia. Saudade da profundidade escura e opaca a qual estamos condicionadas a viver enquanto caminharmos pelos destroços deste mundo feio e sem sentido. Saudade da indignação que você exala pelos poros. E da bolha de verdade que te protege. Vou te ligar essa semana...
domingo, 15 de março de 2009
O VELHO E O FEIO
quinta-feira, 12 de março de 2009
TRADIÇÃO
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
O TOMBO
sábado, 31 de janeiro de 2009
YOU ARE SO BORED

terça-feira, 27 de janeiro de 2009
CUNVERSA DE MINEIRO

sábado, 17 de janeiro de 2009
YOU MUST LIVE YOUR LIFE
